Solta o hino do Independente! Pela primeira vez em 103 anos de campeonato paraense, a taça Açaí vai para um time do interior do Estado. E o campeão da vez foi um time que, ainda neste ano, mudou de sede, de presidência e conseguiu se classificar para a fase elite do Parazão. O Independente fez mais que o 'Expresso 222', empatando o jogo no tempo normal por 3 x 3 e vencendo por 3 a 0 nos pênaltis. Ouça o hino do Galo aqui! Aliás, o adversário do Galo Elétrico, representante de Tucuruí, foi o então bicampeão paraense e segundo maior detentor de títulos estaduais no Brasil, com 44 taças conquistadas. O Paysandu começou o jogo bem, fez 1 a 0, levou a virada para 3 x 1 ainda no primeiro tempo e chegou ao empate aos 44 minutos do segundo tempo. Assim, o Independente entrou no seleto grupo de clubes que já conquistaram o campeonato paraense. Ao todo, somente cinco clubes conseguiram este feito, são eles: Paysandu (44 títulos), Remo (42), Tuna (10), União Sportiva (2) e Independente (1). 1º tempo - O juiz Clauber José Miranda apitou e o Paysandu começou com a bola. Os bicolores, aliás, foram ataque total nos primeiros minutos da partida. Com a estreia do goleiro Osmair no lugar de Dida, que foi barrado da partida por conta de uma suposta conversa com o presidente do Paysandu antes do jogo, o Papão investiu nas jogadas aéreas. Na primeira, com um minuto de jogo, Rafael Oliveira fez o levantamento e nem Mendes, nem Sidny alcançaram. Aos 9 minutos, Andrey recolocou o Paysandu na área, mas Osmair sai do gol para ficar com ela. A pressão bicolor continuava em campo e o gol aconteceu cedo. Aos 12 minutos de jogo, Sidny, que estreava na lateral esquerda, apresentou-se para cobrar uma falta. Mendes também se aproximou, com a bagagem de ter feito o gol que empatou o jogo em Tucuruí também de fallta. Mas o camisa 6 puxou a responsabilidade e mandou uma pancada no canto de Osmair, que nem se mexeu. O Independente acordou na partida e foi para cima para tentar o empate e o Paysandu passou a se defender. No entanto, aos 24 minutos, Vânderson adiantou a marcação e marcou a saída de bola do zagueiro Ádson. Vânderson dominou, ajeitou para a direita e mandou uma pancada no ângulo de Osmair, que voou para espalmar para escanteio. Três minutos depois, o Independente avançou com perigo pela esquerda com Fábio. Gian foi lançado por Marçal dentro da área, encontrou uma brecha na marcação de Alexandre carioca e bateu cruzado para a grande defesa de Fávaro, que espalmou dentro da área. Sidny completou e mandou para fora. Aos 28 minutos, com o Independente superior na partida, Joãozinho recebeu na direita e chutou cruzado. Wegno apareceu por trás da zaga e tentou completar, mas a redonda passou direto para a linha de fundo. Então chegou o gol do Galo. Fábio recebeu na esquerda, segurou a redonda, esperou a chegada de Marçal, que recebeu o toque de calcanhar do lateral esquerdo, ajeitou para a direita e bateu colocado no ângulo de Fávaro. Foi o empate tucuruiense! Na saída de bola, o Papão foi para cima pela esquerda com Sidny. A bola ficou no meio com Vânderson, que avançou, tabelou com Mendes e ficou sozinho na área, mas se atrapalhou com a bola e foi desarmado. No contra ataque, Joãozinho foi lançado na direita e deixou para Wegno, dentro da área, chutar de esquerda para selar a virada do Independente. No minuto seguinte, aos 42, o Paysandu subiu pela direita com Rafael Oliveira, que foi lançado na ponta, ganhou a disputa com o zagueiro e entrou na área com a bola dominada. Rafael chutou forte e Osmair, no meio do gol, encaixou. Já nos acréscimos, aos 46 minutos, o Independente deu o último suspiro no primeiro tempo e se lançou ao ataque. Lima deixou para Marçal, que, dentro da área, só ajeitou para Joãozinho mandar no canto de Fávaro e fazer o terceiro do Galo. 2º tempo - Com a virada no placar, o Paysandu voltou para a segunda etapa com duas mudanças, sendo a entrada de Sandro no lugar de Alexandre Carioca e a saída de Álisson para a entrada de Héliton. Aliás, este mesmo Héliton, em seu primeiro lance no jogo, com um minuto de jogo, já mandou a bola para o gol, mas o juiz marcou o impedimento e anulou o lance. Com seis minutos, Joãozinho teve a chance de fazer o quarto do Independente, ao receber o passe sozinho dentro da área e mandar a bola por cima do ângulo esquerdo de Alexandre Fávaro. Sem aproveitar a chance, quem chegou ao gol foi o Paysandu, com o mesmo Héliton, aproveitando o rebote de Osmair na cobrança de falta de Mendes. O placar ficou 3 x 2 e a torcida bicolor voltou a fazer barulho no Mangueirão. O Paysandu cresceu no jogo e quase chegou ao empate logo aos 11 minutos, com outro cruzamento na área, em que Mendes se esticou todo e quase conseguiu desviar a redonda para o fundo do barbante. Aos 17 minutos, o Paysandu subiu articulado pela direita e Andrey deixou para Sandro dentro da área. O camisa 14 recebeu e passou para Mendes, que girou e chutou de direita no travessão de Osmair, que só acompanhou a saída da bola e agradeceu colocando a mão no rosto. Dez minutos depois, o Independente voltou a assustar com Wegno, que apareceu na área para cabecear o cruzamento de Gian e mandar a bola no travessão de Fávaro! O Paysandu voltou a crescer na partida e chegou a assustar mais uma vez com um chute de fora da área. Desta vez, Herberth dominou e mandou a pancada, mas a bola foi direto para fora. O Independente, por outro lado, respondeu com a velocidade de Joãozinho, que foi lançado em contra ataque, ganhou do zagueiro e ficou cara a cara com Fávaro, que saiu do gol para fazer mais um milagre no Mangueirão. O relógio já estava se aproximando dos 45 minutos, quando a dupla bicampeã brasileira da Série B, campeã da Copa dos Campeões e titulares na vitória sobre o Boca Júniors, em La Bomboneira, na Argentina, Sandro e Vânderson, avançaram pela direita e tabelaram na entrada da área do Independente. No final, Sandro, aos 44 minutos do segundo tempo, mandou a redonda no canto de Osmair para empatar o jogo e mandar a decisão para os pênaltis. Pênaltis - Já nas cobranças, a torcida do Independente ainda lamentava a ausência de Gian nas cobranças por conta de substituição quando Fábio Gaúcho, que anunciou após o jogo o acerto com o Paysandu para a Serie C, foi para a bola e fez o primeiro do Galo. Sidny, autor do primeiro gol do jogo, de falta, foi para a bola para o Paysandu e mandou por cima do ângulo direito de Osmair. Na sequência, o lateral direito Lima fez o segundo do Galo e o artilheiro alviceleste Rafael Oliveira foi para a bola com a missão de diminuir, mas também mandou para fora. O zagueiro Ádson pegou a redonda e seguiu para a terceira cobrança do Independente. Foi o terceiro gol do Independente! Então chegou a vez de Mendes, que cobrou a falta que originou o segundo gol bicolor, foi para a cobrança e... foi a terceira cobrança para fora do Papão. Fim do jogo e o Independente sagrou-se o primeiro time do interior campeão paraense. Ficha do jogo (Paysandu 3 x 3 Independente) Local: Mangueirão (Belém) Horário: 16h Árbitro: Cláuber José Miranda Assistentes: Lúcio Ipojucan Ribeiro e José Ricardo Guimarães Quartos-árbitros: Joelson Nazareno Ferreira Cardoso e Joelson Silva dos Santos Público: 24.092 (total) - 21.785 (pagantes) e 2.307 (gratuidades) Renda: R$ 299.685,00 |
Seja bem-vindo. Hoje é
26 de junho de 2011
Independente vence nos pênaltis e é campeão paraense inédito
22 de junho de 2011
Neymar brilha, Santos leva tri da Libertadores e revive era Pelé
Neymar brilha, Santos leva tri da Libertadores e revive era Pelé
"Artilheiros" marcaram os gols que garantiram o terceiro título do time na competição continental
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Neymar brilha, Santos leva tri da Libertadores e revive era Pelé "Artilheiros" marcaram os gols que garantiram o terceiro título do time na competição continental * campos são obrigatórios
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Neymar brilha, Santos leva tri da Libertadores e revive era Pelé "Artilheiros" marcaram os gols que garantiram o terceiro título do time na competição continental * campos obrigatórios
Foto: AFP Ampliar
Após jogada de Arouca, Neymar acertou um chute forte e abriu o placar da final da Libertadores
Baixe pôster do Santos campeão da Copa Libertadores
Neymar abriu o placar logo no primeiro minuto do primeiro tempo. Após boa jogada de Arouca, o camisa 11 recebeu a bola do lado esquerdo na área e chutou rasteiro, de primeira, para fazer seu sexto gol na Libertadores, garantindo a posição de artilheiro do time na competição.
Já Danilo, que atuou em todos os jogos do Santos na Libertadores, marcou o segundo gol aos 23 minutos. Foi o quarto gol do volante-lateral, que assumiu a vice-artilharia da equipe na competição continental. Durval ainda marcou um gol contra aos 34 minutos, mas a o time da Vila Belmiro conseguiu segurar o resultado.












A expectativa antes do jogo era grande para que Neymar se destacasse - Foto: AE
1/11
Após o título conquistado da Copa Libertadores da América, o Santos garantiu o duelo contra o Barcelona, da Espanha, em dezembro, no Japão, válido pelo Mundial de Clubes da Fifa. Antes disso, a equipe santista continuará disputando o Campeonato Brasileiro no segundo semestre deste ano. Na próxima quarta-feira, os santistas enfrentam o Figueirense em Florianópolis.
O Santos chegou ao quarto título em apenas um ano e meio. No primeiro semestre do ano passado, a equipe de Neymar e companhia conquistou o Campeonato Paulista e a Copa do Brasil. Nesta temporada, antes da Libertadores, os santistas já haviam garantido o bicampeonato paulista.
Foto: Milton Trajano
Com a chegada de Muricy, o Santos se fortaleceu e foi campeão da Libertadores de 2011
Embalado pela torcida no início da partida, o Santos arriscou o primeiro ataque com um minuto de jogo. Após boa triangulação entre Ganso, Neymar e Arouca, a bola sobrou para Zé Eduardo dividir com o goleiro, que jogou para escanteio. Dois minutos depois, Elano cobrou falta dentro da área para Durval, que cabeceou no canto direito do goleiro uruguaio, mas a bola passou perto da trave.
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Na metade do primeiro tempo, o Santos começou a tocar mais a bola e invertia as jogadas para fugir da “retranca” do Peñarol. Aos 32 minutos, Ganso lançou Neymar, que sofreu a falta na entrada da grande área. Na cobrança, Elano encobriu a barreira, mas esbarrou na excelente defesa do goleiro uruguaio.
Aos 36 minutos, Neymar fez falta dura em seu marcador, González, e o uruguaio teve que ser substituído. A torcida santista começou a demonstrar impaciência com o time e com a “catimba” dos uruguaios. Arouca e Danilo foram vaiados. No último minuto do primeiro tempo, após cobrança de escanteio de Elano, o zagueiro Durval cabeceou da entrada da pequena área nas mãos de Sosa.
Após não fazer uma grande atuação na primeira etapa, o Santos abriu o placar logo no primeiro minuto do segundo tempo. Arouca fez uma linda jogada individual, tabelou com Ganso, e após receber passe de letra, tocou para Neymar, que chutou rasteiro no canto direito do goleiro para fazer o gol.
O Santos melhorou depois de abrir o marcador e passou a dominar o Peñarol. Aos 23 minutos, Danilo recebeu a bola na área, driblou o marcador e chutou forte para fazer o segundo gol. Após ampliar o marcador, a equipe santista começou a administrar o resultado, mas sofreu um gol no final da partida. Aos 38 minutos, Durval marcou gol contra após cruzamento na área.
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Foto: Futura Press
Danilo fez o gol que foi fundamental para a vitória santista
Estádio: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data/hora: 22/6/2011 - 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Sergio Pezzotta (Fifa-ARG)
Auxiliares: Ricardo Casas (ARG) e Hernán Maidana (ARG)
Público: 37984 pagantes
Renda: R$ 4.266.670,00
Cartões amarelos: Neymar, Zé Eduardo (SAN) González, Corujo (PEL)
Gols:
Santos: Neymar, no 1º minuto do 2º tempo e Danilo, aos 23 minutos do 2º tempo
Peñarol: Durval (contra), aos 34 minutos do 2º tempo SANTOS: Rafael, Danilo, Edu Dracena, Durval e Léo (Alex Sandro); Adriano, Arouca, Elano e Paulo Henrique Ganso (Pará); Neymar e Zé Eduardo. Técnico: Muricy Ramalho.
PEÑAROL (URU): Sebastián Sosa, Alejandro González (Emiliano Albin) (Estoyanoff), Carlos Valdez, Guillermo Rodríguez e Darío Rodríguez; Nicolás Freitas, Luis Aguiar, Mathías Corujo, Matías Mier (Urretaviscaya) e Alejandro Martinuccio; Juan Manoel Olivera. Técnico: Diego Aguirre.
19 de junho de 2011
Independente e Paysandu empatam em 2 x 2 no primeiro Jogo da Final
Um empate repleto de curiosidades e digno de uma final de campeonato. Assim foram os primeiros 90 minutos da decisão do Parazão 2011 entre Independente e Paysandu, no Navegantão, em Tucuruí. O placar de 2 x 2 manteve a tradição do 'Expresso 222' do Galo, mas deixou de pé também o tabu de nunca ter vencido o Papão na cidade da energia. Assista aos melhores momentos da final aqui! Com este resultado, a Taça Açaí será decidida mesmo no Mangueirão, às 16h do dia 26 de junho. Bastará uma vitória simples para definir o campeão, mas se o jogo terminar empatado, a decisão será mesmo nos pênaltis. Haja emoção! Veja como foi a partida lance a lance no quadro abaixo! <a href='http://www.coveritlive.com/mobile.php/option=com_mobile/task=viewaltcast/altcast_code=3faf3cd8d3' >Independente x Paysandu - 1º tempo</a> 1º tempo - Antes do primeiro minuto, o Independente, embalado pela sua torcida, já pôs Alexandre Fávaro para trabalhar. Gian cobrou uma falta na intermediária esquerda e colocou na cabeça de Kafu, que mandou para o gol e viu o camisa 1 do Paysandu espalmar e salvar o Bicola. Assista! O Paysandu insistia, totalmente modificado, insistia nas jogadas pelo corredor direito, com o apoio de Marquinho, Sidny e Andrey. Aos 13 minutos, em mais uma investida pela ponta direita, Marquinho lançou Rafael Oliveira sozinho na área. O vice-artilheiro do Parazão jogou na frente e bateu de esquerda para fora. Três minutos depois, o Independente voltou ao ataque pela esquerda com Fábio e Marçal. O camisa 8 tirou a redonda da marcação de Alexandre Carioca e mandou uma pancada para o gol. A bola passou perto da trave de Fávaro. O Independente mantinha o ataque pela esquerda, enquanto que o Paysandu continuava investindo no setor direito de ataque. Porém, aos 20 minutos, o primeiro gol do jogo aconteceu e foi longe da quela faixa do campo. Andrey recebeu na esquerda, entrou na área e bateu cruzado para surpreender o goleiro Dida, que só pode buscar a redonda no fundo das redes. 1 x 0 Paysandu! Ainda em comemoração pelo gol a torcida bicolor logo teve que se calar no Navegantão. Fábio recebeu na ponta esquerda, trouxe para o meio e mandou uma 'patada' de canhota para empatar a partida. A bola ainda bateu na trave de Fávaro e entrou. Aos 37 minutos, o Independente chegou muito perto da virada, só não contou com Alexandre Fávaro para isso. Kafu recebeu o passe de Fábio na entrada da área e lançou Joãozinho sozinho. O camisa 11 dominou, avançou com a bola dominada, ficou cara a cara com o goleiro do Paysandu e chutou, mas o camisa 1 alviceleste fechou o ângulo e rebateu. A bola ainda seguiu para o gol, mas Alexandre Carioca, com uma meia-bicleta, completou o milagre bicolor. Veja! O Paysandu ainda tentou responder aos 43 minutos, quando Marquinho lançou Rafael Oliveira na área e o camisa 11, após ganhar a disputa com Moisés, tentou ampliar para o Papão com uma meia-bicicleta, mas Dida mostrou que também sabe salvar, quando necessário. 2º tempo - O Independente começou mais uma vez apertando o Paysandu no campo de defesa. No primeiro minuto, Gian recebeu na intermediária, arrancou, driblou três e entrou na área. Na sequência, o camisa 10 deixou para Joãozinho na pequena área, mas o camisa 11 não conseguiu se livrar da marcação alviceleste e foi desarmado. A pressão do Galo continuou e Fávaro teve que mostrar serviço mais uma vez. Joãozinho foi lançado na área, saiu da marcação de Diguinho e tentou o chute, mas foi cercado por Alexandre Fávaro, que saiu do gol e conseguiu fazer a defesa. O Paysandu ainda tentava se organizar em campo quando o Independente chegou ao gol da virada. Aos 18 minutos, Marçal surpreendeu a todos, entrou na área e, ao invés de chutar, deixou Joãozinho livre para ampliar para fazer a festa dos tucuruienses. O Galo cresceu na partida e tomou conta do terreiro. Aos 28 minutos, Joãozinho entrou mais uma vez sozinho na área e bateu cruzado para a boa defesa de Alexandre Fávaro. Dois minutos depois, Joãozinho, em uma tarde inspirada, recebeu na ponta esquerda, levou para o meio e lançou Gian na área. O camisa 10 bateu de primeira e Alexandre Fávaro defendeu mais uma. Até que, aos 41 minutos, Mendes entrou em uma disputa de bola na entrada da área e sofreu a falta. O juiz marcou e o camisa 9, que estava sumido no jogo, levantou e pegou a bola para fazer a cobrança. Autorizado para a cobrança, Mendes jogou no canto direito de Dida e deixou lá dentro do gol. Foi o empate bicolor! Fim de jogo e o a final acabou com o 13º jogo do Independente - 'Expresso 222' - com o número 2 no placar,tabu de nunca ter perdido para o Independente em Tucuruí para o Paysandu, gol emblemático aos 41 minutos do segundo tempo e, curiosamente, sem nenhum cartão amarelo ou vermelho. Ficha do jogo (Independente 2 x 2 Paysandu): Independente - Dida; Neto (Mozart), Ádson, Guará e Fábio; Moisés, Silva, Marçal e Gian (Marraquete); Joãozinho e Kafu (Curimatá). Técnico: Sinomar Naves. Paysandu - Alexandre Fávaro; Sidny, Diguinho, Herberth e Zeziel; Alexandre Carioca, Álisson (Héliton), Marquinho (Cláudio Allax) e Andrey (Billy); Mendes e Rafael Oliveira. Técnico: Roberto Fernandes. Gols: Fábio (23 min/1ºT) e Joãozinho (19 min/2ºT) para o Independente; Andrey (22 min/1ºT) e Mendes (41 min/2ºT) para o Paysandu. Local: Navegantão (Tucuruí) Hora: 16h Árbitro: Dewson Fernando de Freitas Assistentes: Márcio Gleidson Correia Dias e Eronildo Sebastião Freitas da Silva Quartos-árbitros: Andrey da Silva e Silva e Joel dos Santos Público: 4.187 (total) - 3.987 (pagantes) e 200 (gratuidades) Renda: R$ 72.740,00 Redação Portal ORM Foto destaque: Marcelo Seabra / O Liberal |
15 de junho de 2011
Independente vence o Cametá e conquista a Taça Estado do Pará
O fato de a equipe ter conquistado, ontem (12), a Taça Estado do Pará, referente ao returno da competição, vaga na Série D do Brasileiro e Copa do Brasil de 2012 ainda não satisfez por completo o elenco. Os dirigentes do Galo também esperam muito mais.
A meta é mesmo fazer a festa completa, derrotando o Paysandu na Taça Açaí, que garantirá ao time campeão o título máximo da temporada estadual de 2012.
Entre os jogadores e comissão técnica o pensamento também é de levantar o título da temporada. "Não podemos nos dar por satisfeitos", ensinou o meia Gian. "O Independente tem de pensar grande para ser realmente grande", prosseguiu o apoiador de 36 anos, um dos mais experientes do elenco, com passagens por Remo, Paysandu, Vasco e até seleção brasileira.
Os jogadores da casa também sabem da importância do título para a massificação do futebol no município. "Vendo o time ser campeão, o torcedor, com toda a certeza, vai passar a acreditar mais e prestigiar ainda mais o clube", observou o goleiro Dida, revelado no próprio Galo.
O técnico Sinomar, que bateu palmas para o torcedor ontem, também não pretende parar por aqui. "Nosso objetivo, desde o começou do campeonato, sempre foi e continua sendo o título de campeão. Respeitamos o Paysandu, nosso próximo adversário, mas temos equipe para levantar esse título", arrematou o treinador.
Festa nas arquibancadas e pelas ruas
A festa dos torcedores do Independente, pela conquista da Taça Estado do Pará, começou logo após o apito final do árbitro Clauber José Miranda, nas arquibancadas do estádio Navegantão e, para alguns poucos simpatizantes do Galo, dentro do gramado, ao lado dos jogadores e membros da comissão técnica.
Depois de ver o capitão Gian levantar a Taça e a equipe dar a volta olímpica, os torcedores ganharam as ruas de Tucuruí, num verdadeiro carnaval fora de época.
O que mais se via pelas ruas da cidade eram torcedores carregando bandeiras e vestindo a camisa do time do sudeste do estado. Carros com potentes aparelhagens sonoras ajudavam a abrilhantar a festa. Do Navegantão, os torcedores seguiram para o sambódromo da cidade, onde um triuo elétrico, contratado pela diretoria do Galo, tocava sem parar, reproduzindo também o hino do clube.
Antes mesmo da bola começar a rolar já dava para ver a confiança dos tucuruienses na conquista da Taça Estado do Pará. Nas imediações do Navegantão era vendida por vários ambulantes, faixas de campeão com o escudo do Galo.
Alguns torcedores também exibiam bandanas alusivas ao título que estava por vir. A empolgação do torcedor chegou a causar certa preocupação nos dirigentes do Galo.
Após o apito final do jogo, alguns torcedores invadiram o gramado para festejar ao lado do time e comissão técnica o inédito título. Depois da entrega do troféu, feita pelo presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF), Antônio Carlos Nunes de Lima, ao capitão do time, o meio-campista Gian, os jogadores, sempre acompanhados pelos torcedores, deram a tradicional volta olímpica em torno do palco da decisão. A festa, porém, se alastrou pelas dependências do estádio.
O que chamou a atenção, mais uma vez, foi o grande número de mulheres no estádio, tanto do lado do time da casa como do visitante. O público feminino tem prestigiado bastante o Galo e promete voltar às arquibancadas no jogo de estréia da equipe, contra o Paysandu, domingo.
28 de maio de 2011
Barça vence, leva quarta Liga dos Campeões e faz história
Com gol de Messi, time venceu Manchester por 3 a 1, em Wembley. Em 6 anos, catalães ganharam três títulos do torneio
As finais do principal torneio de clubes do Mundo costumam ser parelhas e disputadas. A decisão entre Barcelona e Manchester United foi assim. Até os 15 minutos. Depois, o clube catalão impôs seu ritmo de jogo e, com a genialidade de Messi, venceu por 3 a 1 e levou o quarto título da Liga dos Campeões da Europa.Foi do argentino o segundo gol da partida, justamente quando ele estava empatada em 1 a 1, no início do segundo tempo. Messi fez mais. Após uma jogada genial do argentino, a bola sobrou para Villa, que tocou por cima de Van der Sar para marcar o terceiro gol do Barça.
Com a vitória, o clube catalão conquistou o seu quarto título da Liga dos Campeões. Três foram vencidos nas últimas seis edições do torneio. O Barcelona venceu o título europeu em 1992, 2006, 2009 e 2011.
Foto: AP
Messi dispara e deixa Carrick e Vidic para trás no gramado do estádio Wembley
FICHA TÉCNICA – BARCELONA 3 x 1 MANCHESTER UNITED
Local: Estádio de Wembley, em Londres (Inglaterra)
Data: 28 de maio de 2011, sábado
Árbitro: Viktor Kassai (Hungria)
Assistentes: Gabor Eros e Gyorgy Ring (ambos da Hungria)
Cartões Amarelos: Daniel Alves, Carrick, Valencia, Valdés
Gols: Pedro, aos 27 minutos do 1º tempo; Rooney, aos 33 minutos do 1º tempo; Messi, aos 8 minutos do 2º tempo; Villa, aos 24 minutos do 2º tempo.
BARCELONA: Valdés; Daniel Alves (Puyol), Piqué, Mascherano, Abidal, ; Xavi, Busquets, Iniesta; Pedro, Messi e Villa. Técnico: Pep Guardiola
MANCHESTER UNITED: Van der Sar; Fábio (Nani), Vidic, Ferdinand e Evra; Carrick (Scholes), Park Ji-Sung, Giggs e Valencia; Rooney e Chicharito. Técnico: Alex Ferguson
22 de maio de 2011
Irmã Dulce é beatificada em Salvador
Cerimônia religiosa teve presença de presidente Dilma Rousseff e tucano José Serra
A religiosa baiana Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, conhecida como Irmã Dulce (1914-1992), foi beatificada em cerimônia neste domingo (22) em Salvador.Conhecida como “anjo bom da Bahia” em razão de seu trabalho assistencial, Irmã Dulce passa a ostentar a denominação de Bem-Aventurada Dulce dos Pobres. Com a beatificação, fica a um passo de receber o título de santa pela Igreja Católica Apostólica Romana, principal ramo do catolicismo no País.A beatificação é a etapa que antecede a canonização - o título de santa será concedido caso haja comprovação, com aval do Vaticano, de mais um milagre atribuído à religiosa. O beato é tido pelo Vaticano como exemplo para fiéis católicos pelo mundo.
Em outubro de 2010, o Vaticano reconheceu o primeiro milagre intercedido por Irmã Dulce, cujos detalhes foram divulgados na semana passada. A freira teria motivado a recuperação de uma mulher sergipana, desenganada após sofrer 28 horas de hemorragia durante o parto.
Para a Igreja Católica, uma graça é considerada milagre se atender a quatro pontos: instantaneidade (graça alcançada logo após o pedido), perfeição (atendimento completo do pedido), durabilidade e permanência e suposta não-explicação pela ciência.
Cerimônia sob chuva
A celebração deste domingo, sob chuva forte em alguns momentos, reuniu milhares de católicos no parque de exposições de Salvador. Começou por volta das 14h, com uma apresentação artística. A missa teve início por volta das 17h, com cerca de 500 religiosos, entre padres, arcebispos, bispos, diáconos e seminaristas.
A beatificação se confirmou com a leitura de carta do papa que inscreveu Irmã Dulce na relação de santos e beatos da Igreja Católica. Houve ainda o anúncio da data de 13 de agosto como dia de celebração da festa litúrgica da beata.
Com a beatificação de irmã Dulce, o Brasil passa a contar com cerca de 70 beatos, candidatos potenciais a santos. Considerada a maior nação católica do mundo, com 73% da população católica pelo Censo 2000, o Brasil tem apenas um santo nascido no País, o Frei Galvão (1739-1822), canonizado em 2007 pelo papa Bento 16.
Bento 16 deu sequência à linha de seu antecessor, João Paulo 2º (1920-2005), beatificado neste mês e que fez da proclamação de santos uma forma de evangelização. “O Brasil precisa de santos, muitos santos”, é uma frase atribuída ao antecessor de Bento 16.
Políticos marcaram presença
A beatificação da freira também recebeu políticos governistas e da oposição. A presidente Dilma Rousseff (PT), em sua primeira viagem após pneumonia diagnosticada no final de abril, chegou ao local da missa por volta das 17h10, acompanhada pelo governador da Bahia, Jaques Wagner (PT).
Em outubro de 2009, quando ainda era pré-candidata à Presidência, a então ministra da Casa Civil visitou a sede da entidade filantrópica fundada por irmã Dulce em Salvador. Em junho de 2010, durante ato que confirmou sua candidatura à reeleição, o governador Jaques Wagner chegou a comparar Dilma à freira baiana.
Na cerimônia desde domingo, Dilma se sentou em uma tenda coberta, ao lado de Wagner e do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). A estrutura foi montada de última hora para abrigar a presidente, que confirmou presença somente na sexta-feira (20).
Em outro ponto da celebração, sob chuva, ficou o candidato do PSDB na última eleição presidencial, José Serra. Ao lado dos deputados federais tucanos Antônio Imbassahy e Jutahy Júnior em área ampla reservada a convidados, Serra não se encontrou com Dilma e teve que usar uma capa de plástico durante momentos da cerimônia.
Em 2007, durante visita do papa Bento 16 ao Brasil, Serra era governador de São Paulo e enviou carta ao pontífice pedindo a beatificação da freira. Como Dilma, Serra também visitou as obras sociais da religiosa durante a fase da pré-campanha, em abril de 2010, e acendeu uma vela no local.
Nesse domingo, Serra disse que não era o momento de comentários sobre política e preferiu falar sobre Irmã Dulce. “Esta é uma vitória. Não uma vitória de alguém, e sim da solidariedade, Irmã Dulce já era uma santa em vida”, disse.
Já a presidente Dilma não falou com a imprensa durante a passagem por Salvador. Deixou o parque de exposições às 19h25, sob forte chuva e ainda durante os últimos cânticos da missa, e seguiu para Brasília.
14 de maio de 2011
Senado aprovou carga horária maior nas escolas sem analisar custo
Projeto prevê 20% a mais de horas letivas ao ano para ensino infantil, fundamental e médio, mas não estudou como implantar
O Senado aprovou no último dia 3 um projeto de lei que aumenta de 800 para 960 horas anuais a carga horária mínima para os ensinos infantil, fundamental e médio. A votação foi em caráter terminativo, e a matéria segue agora para avaliação da Câmara dos Deputados. A Comissão de Educação do Senado, no entanto, não sabe quanto custaria ou quais recursos seriam necessários para implementar a medida.
“
Imagino que entre 30% e
40% dos municípios terão dificuldade"
40% dos municípios terão dificuldade"
Foto: Agência Senado Ampliar
Senador Cyro Miranda, relator do projeto que aumenta carga horária nas escolas
Entre as sugestões do relator de como cumprir a legislação está a diminuição das férias escolares. “Uma possibilidade é aumentar os dias letivos: o ano tem 365 dias e a maioria das escolas tem 200 dias de aula. O professor tem direito a um mês de férias, então, tem espaço aí para aumentar uns 40 dias e ainda manter as férias dos professores”, disse.
Outra é aumentar os recursos para educação com 25% da verba do pré-sal. "Precisamos mostrar que há o que fazer para ficar claro que precisamos garantir o recurso."
O projeto votado agora é de 2007 e pertence ao ex-senador Wilson Matos (PSDB-PR), atual reitor do Centro Universitário de Maringá (Cesumar). Procurado, ele admitiu que também não sabe quanto custaria. "Não fiz esta conta, mas com certeza tem um custo", disse, se justificando. "Nós estamos entre os países que investem menos em educação. Se você for pesquisar vai ver que em muitas prefeituras sobra dinheiro, tem escola que dá merenda e até sapato para os alunos. A função é ensinar", diz.
Professores suficientes
A falta de profissionais suficientes, que hoje já é uma dificuldade para as redes públicas, também é vista como contornável pelo relator. “No meu Estado, 20% dos professores estão em funções administrativas, não sei se precisa disso tudo, queremos que as pessoas pensem nisso”, disse.
O projeto também enfrentaria como obstáculo a recente decisão do Supremo Tribunal Federal de que um terço da carga horária do docente deve ser dedicada a atividades extraclasse. Neste caso, com o professor fora da sala de aula, seria necessário contratar mais profissionais, o que segundo municípios e Estados é uma dupla dificuldade: faltam verba e profissionais interessados. “Entendo que vai ser um problema, mas se nós vamos pensar em aumentar o ensino integral, que é muito pequeno, um bom começo seria crescer o tempo de aula”, afirma Miranda.
Por fim, a possível necessidade de construção de mais salas, segundo ele, ficaria por conta da ajuda do governo federal. "Um País que tem dinheiro para pagar bilhões para o Paraguai, não pode ter falta de recursos para educação."
O projeto determinou que as mudanças no calendário escolar só entrarão em vigor dois anos após a publicação da lei no Diário Oficial da União, o que só ocorrerá se a Câmara também aprovar o texto e a presidenta Dilma Rousseff sancioná-lo.
O Ministério da Educação informou que não comenta projetos de lei ainda em tramitação e que, por enquanto, o aumento da carga horária nas escolas do ensino infantil, fundamental e médio só poderia ser comentado pelo Senado. A presidente da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, Fátima Bezerra, do PT de Rio Grande do Norte, também não quis comentar o assunto.
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