O delegado Rogério Morais, diretor da Divisão de Investigações e Operações Especiais (Dioe) da Polícia Civil do Pará, ouvirá hoje pela manhã os depoimentos de Vanessa do Socorro Castro Santos, 27 anos, e Raimundo Cícero Gomes, 33 anos, pais dos gêmeos que nasceram mortos na porta da Santa Casa de Misericórdia, após serem recusados também no Hospital de Clínicas, no último dia 23. Os policiais só ouviram até agora os três paramédicos que estavam na ambulância do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), que prestou socorro e transportou o casal.
O delegado Rogério afirmou que aguarda também a resposta dos ofícios enviados na semana passada à Santa Casa de Misericórdia e ao Ministério Público do Estado (MPE), a este último para que seja designado um promotor de Justiça para acompanhar as investigações policiais.
O policial informou também que pretende ouvir, ainda nesta semana, os médicos de plantão na Santa Casa, bem como os demais funcionários e pessoas envolvidas com o fato. O policial informou que a delegada Paula Liandra deverá também dar prosseguimento nesta semana às investigações de outro caso ocorrido na mesma madrugada e que vitimou um bebê do sexo masculino, que também passou pelo Hospital de Clínicas e pela Clínica Santa Clara, conveniada ao SUS (Sistema Único de Sáude).
A médica Cynthia Lins, plantonista do Hospital Santa Casa de Misericórdia, foi detida na manhã do dia 23, acusada de omissão de socorro a Vanessa Santos, grávida de gêmeos. Os bebês morreram. Laudo do Instituto Médico Legal informou, na semana passada, que os bebês já estavam mortos 48 horas antes do parto, mas isso não exclui as investigações por omissão de socorro à mãe dos bebês. Uma das crianças nasceu em uma viatura do Corpo de Bombeiros, ainda na porta do hospital. A então diretora da Santa Casa, Maria do Carmo Lobato, foi demitida após informar que o hospital não recebeu a paciente por falta de leito na UTI neonatal.
Fonte: O Liberal
Seja bem-vindo. Hoje é
30 de agosto de 2011
5 de agosto de 2011
Feira Pan Amazônica do Livro tem data marcada em Belém
BELÉM - Os amantes do livro tem encontro marcado com a literatura em Belém. De 2 a 11 de setembro será realizada a XV Feira Pan Amazônica do Livro. Livreiros, expositores e representantes de editoras, entre outros profissionais ligados à difusão literária, participaram do evento no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia.
Na programação que deverá começar a partir das 14h, o público pode esperar uma fusão de literatura, música e cinema. Dentre as atrações confirmadas para a 15ª edição estão os jornalistas e também escritores Laurentino Gomes, Daniel Piza, Zuenir Ventura e Leandro Narloch.
A cantora Fafá de Belém também fará parte da programação. Fafá apresentará um show no formato voz e piano para embalar as composições musicais ricas em literatura.
“Queremos Cultura com C maiúsculo, com o foco voltado para a difusão cultural do livro e não apenas negócios. Além disso a ideia é realizar uma Feira do Livro de excelência, mas ao mesmo tempo leve, divertida”, destacou Paulo Chaves Fernandes, secretário de Estado de Cultura.
Novidades
De acordo com a Agência Pará, durante o evento, realizado no Hotel Regente, foi lançada a proposta de um bônus cultural que dará ao visitante da Feira o direito a desconto na compra de livros. O visitante também deverá concorrer a 10 tablets por dia, já contendo livros digitais.
Foram anunciadas, ainda, durante essa primeira reunião a criação de um espaço multimídia, um local destinado para livros infantis, a proposta de criação da Câmara Paraense do Livro e o sorteio para a ocupação dos estandes na área do Hangar.

Pará - Agenda
Na programação que deverá começar a partir das 14h, o público pode esperar uma fusão de literatura, música e cinema. Dentre as atrações confirmadas para a 15ª edição estão os jornalistas e também escritores Laurentino Gomes, Daniel Piza, Zuenir Ventura e Leandro Narloch.
A cantora Fafá de Belém também fará parte da programação. Fafá apresentará um show no formato voz e piano para embalar as composições musicais ricas em literatura.
“Queremos Cultura com C maiúsculo, com o foco voltado para a difusão cultural do livro e não apenas negócios. Além disso a ideia é realizar uma Feira do Livro de excelência, mas ao mesmo tempo leve, divertida”, destacou Paulo Chaves Fernandes, secretário de Estado de Cultura.
Novidades
De acordo com a Agência Pará, durante o evento, realizado no Hotel Regente, foi lançada a proposta de um bônus cultural que dará ao visitante da Feira o direito a desconto na compra de livros. O visitante também deverá concorrer a 10 tablets por dia, já contendo livros digitais.
Foram anunciadas, ainda, durante essa primeira reunião a criação de um espaço multimídia, um local destinado para livros infantis, a proposta de criação da Câmara Paraense do Livro e o sorteio para a ocupação dos estandes na área do Hangar.

Pará - AgendaFeira Pan Amazônica do Livro tem data marcada em Belém
Onde: Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia.
Quando: 2 a 11 de setembro
Horário: 14h
Preços: Gratuito
Mais informações: Agência Pará
Brasil x Argentina será no Pará em setembro
03/08/2011 - 14h04
Preterida por Manaus como a "sede amazônica" da Copa do Mundo de 2014, Belém vai receber um amistoso entre a seleção brasileira e a Argentina, no dia 28 de setembro. A informação foi antecipada pelo senador paraense Flexa Ribeiro (PSDB), por meio de seu perfil no Twitter, e já foi confirmada pela assessoria de comunicação da CBF.
"Acabo de receber a ligação. Confirmado! BrasilxArgentina no Mangueirão. 28/09! Será 'desafio': Um jogo lá na Argentina e outro aqui", escreveu ele no microblog.
Segundo o senador, o pedido para a partida em Belém foi feito em março, durante visita do governador do Pará, Simão Jatene, ao presidente da CBF, Ricardo Teixeira, no Rio.
"Não só Belém, mas o Pará todo perdeu muito com a nossa exclusão [da Copa-14]. Perdem-se investimentos e a visibilidade que um evento da grandiosidade das Copas Mundiais traz para os locais que o sediam. Colocar Belém no eixo dos jogos preparatórios é uma tentativa de amenizar o prejuízo do Pará", afirmou Jatene na ocasião.
COPA ROCA
No final de junho, antes da Copa América, as federeções de Brasil e Argentina acertaram a criação de um torneio anual que tomará o calendário mundial nos próximos oito anos. A disputa se chamará oficialmente Nicolás Leoz, nome do presidente da Conmebol, mas será vendida como "Superclássico das Américas".
De acordo com o secretário-geral da Conmebol (entidade que dirige o futebol sul-americano), Eduardo de Luca, serão jogos de ida e volta entre os dois rivais. Neste ano, as datas dos jogos são 14 e 28 de setembro (as duas datas são uma quarta-feira e não há previsão de rodada do Brasileiro). O jogo de ida será na Argentina. A volta será no Brasil. O mais provável é que não haja atletas do exterior. No próximo anos, a ordem dos mandos se inverte.
Na prática, as partidas serão uma reedição da antiga Copa Roca, torneio disputado pela primeira vez em 1914 e encerrado em 1976. Em 11 edições, o Brasil tem oito títulos.
Preterida por Manaus como a "sede amazônica" da Copa do Mundo de 2014, Belém vai receber um amistoso entre a seleção brasileira e a Argentina, no dia 28 de setembro. A informação foi antecipada pelo senador paraense Flexa Ribeiro (PSDB), por meio de seu perfil no Twitter, e já foi confirmada pela assessoria de comunicação da CBF.
| Reprodução | ||
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| Reprodução do site da CBF mostra visita da comitiva do Pará a Ricardo Teixeira |
Segundo o senador, o pedido para a partida em Belém foi feito em março, durante visita do governador do Pará, Simão Jatene, ao presidente da CBF, Ricardo Teixeira, no Rio.
"Não só Belém, mas o Pará todo perdeu muito com a nossa exclusão [da Copa-14]. Perdem-se investimentos e a visibilidade que um evento da grandiosidade das Copas Mundiais traz para os locais que o sediam. Colocar Belém no eixo dos jogos preparatórios é uma tentativa de amenizar o prejuízo do Pará", afirmou Jatene na ocasião.
| Karim Jaafar-17.nov.2011/AFP |
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| Último encontro, em novembro passado, teve Ronaldinho Gaúcho contra Messi, em Doha; clique e veja galeria |
No final de junho, antes da Copa América, as federeções de Brasil e Argentina acertaram a criação de um torneio anual que tomará o calendário mundial nos próximos oito anos. A disputa se chamará oficialmente Nicolás Leoz, nome do presidente da Conmebol, mas será vendida como "Superclássico das Américas".
De acordo com o secretário-geral da Conmebol (entidade que dirige o futebol sul-americano), Eduardo de Luca, serão jogos de ida e volta entre os dois rivais. Neste ano, as datas dos jogos são 14 e 28 de setembro (as duas datas são uma quarta-feira e não há previsão de rodada do Brasileiro). O jogo de ida será na Argentina. A volta será no Brasil. O mais provável é que não haja atletas do exterior. No próximo anos, a ordem dos mandos se inverte.
Na prática, as partidas serão uma reedição da antiga Copa Roca, torneio disputado pela primeira vez em 1914 e encerrado em 1976. Em 11 edições, o Brasil tem oito títulos.
28 de julho de 2011
Amy Winehouse morreu porque largou bebida, acredita a família
Cantora teria ignorado recomendação médica para que parasse de beber aos poucos
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A autópsia do corpo de Amy Winehouse foi inconclusiva e a polícia espera o resultado de novos exames toxicológicos para determinar a causa da morte, mas a família da cantora já possui uma teoria para a tragédia: Amy morreu porque largou a bebida.
Acesse o especial sobre Amy Winehouse
Segundo o tablóide britânico The Sun, uma fonte próxima da família disse que Amy ignorou a recomendação de seu médico para que largasse a bebida aos poucos. A abstinência teria causado efeitos nocivos no corpo frágil da cantora de 1,59 metros de altura.
Seu pai, Mitch Winehouse, revelou na terça-feira (26), após o funeral no norte de Londres, que Amy estava há três semanas sem beber. "Pai, não estou aguentando, não quero mais encarar você e todos da família deste jeito", teria dito a cantora sobre sua intenção de largar o vício.
Segundo o jornal britânico Daily Telegraph, na noite de sexta-feira (22) o médico de Winehouse visitou a casa da cantora e saiu sem preocupações com o estado de saúde dela. A polícia de Londres também revelou que nenhuma droga foi encontrada na casa. Winehouse passava por acompanhamento médico devido a seu conhecido vício em entorpecentes.
Nesta quinta-feira (28), Mitch Winehouse distribuiu as roupas de sua filha para os fãs que faziam vigília em frente à casa da cantora, no bairro de Camdem Town, em Londres. Segundo o pai da cantora, este seria o desejo de Amy.
17 de julho de 2011
Brasil cai nos pênaltis e fracassa no primeiro torneio de Mano
O primeiro torneio de Mano Menezes como técnico da seleção brasileira terminou em fracasso. Com atuação destacada do goleiro Justo Villar, o Paraguai venceu o Brasil, nos pênaltis, e está na semifinal da Copa América da Argentina. O jogo terminou 0 a 0 em 120 minutos, na cidade de La Plata, e o Brasil conseguiu perder sua quatro cobranças e perdeu por 2 a 0. Três dos pênaltis foram chutados para fora, longe do gol – Villar pegou um. O Paraguai espera agora o vencedor de Chile e Venezuela, que se enfrentam neste domingo, 19h15.
Perderam para o Brasil chutando para fora Elano, André Santos e Fred. Villar defendeu o de Thiago Silva, Barreto chutou para fora e Estigarribia e Riveros marcaram para o Paraguai.
Curiosamente, Mano Menezes havia treinado escondido cobranças de penalidade no treino de sábado, na cidade de Los Cardales, onde a delegação ainda está concentrada a 60 km de Buenos Aires. Nos treinamentos de brincadeira durante toda a Copa América, no qual jogadores de linha e goleiros apostavam flexões, por exemplo, o aproveitamento estava ruim – o volante Elias, por exemplo, perdeu seis seguidos.
Mano Menezes apostava na Copa América como consolidação do trabalho, que não aconteceu. Seu próximo torneio oficial será os Jogos Olímpicos, com time sub-23, em julho de 2012. No momento parece descartada a possibilidade de ele deixar o comando da seleção.
O Brasil termina atrás da Argentina, que será o quinto colocado depois da eliminação para o Uruguai, também nos pênaltis. A Copa América perde os seus principais protagonistas e seus principais astros.
O jogo
Robinho, criticado na primeira partida contra a Venezuela, e sacado no jogo seguinte contra os paraguaios, esteve bem como nunca nesta Copa América. Jogando mais recuado, próximo de Ganso, mas pela direita, foram dele os melhores passes que deixaram companheiros em boas condições para atacar.
Na principal oportunidade do Brasil, o camisa 7 rolou, já dentro da área, para Neymar, que bateu cruzado, à direita, para fora. A melhor chance em um primeiro tempo que o Paraguai só se preocupou em destruir, com Ganso bem marcado por Vera e pelos atacantes muito mal. Neymar, por exemplo, apanhou bastante, mas não tinha objetividade. No banco de reservas, com seu tradicional terno e gravata, Mano Menezes pedia para André Santos avançar, já que não tinha a quem marcar. Mas desta vez não teve cruzamento certeiro como contra o Equador.
Ataque contra defesa
No segundo tempo a seleção brasileira voltou cochilando, mas depois dos 15 minutos, quando Robinho quase marcou chutando cruzado, o time ganhou velocidade, principalmente pela direita, com Maicon, que esteve sumido na etapa inicial.
Até o zagueiro Lúcio se arriscou jogando pelo setor e conseguiu dar um bom passe para Ganso, que pela primeira vez nesta Copa América conseguiu finalizar a gol corretamente, mas o goleiro Villar fez sua primeira grande defesa. A segunda, logo depois, em um chute de Alexandre Pato, dentro da pequena área, que Villar saltou para cima do atacante para evitar, com os pés, que entrasse.
Robinho tentava chamar a responsabilidade, e se posicionou como verdadeiro armador, enquanto Ganso se aproximou dos atacantes. Mas o Paraguai marcava bem e a seleção começou a tocar bolas laterais, entre os volantes, porque não consegui espaço para furar o bloqueio.
Aos 33 minutos, Mano tirou Neymar, que fez uma partida muito ruim. Ao deixar o campo, saiu vaiado pelos não brasileiros – algumas vaias eram dirigidas a Mano Menezes, por ter tirado o queridinho Neymar de campo. O Brasil passou então a ter um homem referência dentro da área e passou a perder gols. Primeiro Pato, que cabeceou para fora um rebote quando não havia mais goleiro, depois Fred, que acertou seu cabeceio, mas o zagueiro paraguaio tirou a bola em cima da linha. No final, o Paraguai ainda teve duas boas jogadas, quando finalmente Julio Cesar apareceu no vídeo, e tinha um contra-ataque perigoso quando o árbitro Sérgio Pezzotta encerrou a partida e foi vaiado.
O armador... Robinho
A prorrogação seguia sonolenta e o Paraguai marcava bem, apesar de ao final do tempo normal parecer mais cansado do que o time do Brasil. Mano então tirou Ganso e colocou Lucas, quando Robinho passou de vez a jogar como armador.
Aos sete minutos, confusão que gerou as expulsões de Lucas Leiva e Alcaraz, que se estranharam em uma das laterais. Dez para cada lado a partir de então. Lucas dava velocidade ao Brasil, mas o goleiro Villar seguia inspirado e evitando as jogadas de gol, principalmente em bolas lançadas na área. O Paraguai ainda teve uma boa chance, talvez sua melhor do jogo, mas chutou de primeira e para fora – empate que levou a decisão para os pênaltis – com o detalhe de o árbitro ter terminado, de novo, em um contra-ataque paraguaio.
FICHA TÉCNICA - BRASIL 0 (0) X (2) 0 PARAGUAI
Local: Estádio Ciudad de la Plata, em La Plata (Argentina)
Data: 17 de julho de 2011 (domingo)
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Sergio Pezzotta (Argentina)
Assistentes: Ricardo Casas (Argentina) e Efraín Castro (Bolívia)
Cartões amarelos: André Santos, Maicon (Brasil); Vera, Barreto, Estigarribia, Alcaraz (Paraguai)
Cartões vermelhos: Lucas (Brasil); Alcaraz (Paraguai)
Gols:
PÊNALTIS: Erraram Elano, Thiago Silva, André Santos e Fred (Brasil); Marcaram Estigarribia e Riveros. Errou Barreto (Paraguai)
BRASIL: Júlio César; Maicon, Lúcio, Thiago Silva e André Santos; Lucas Leiva, Ramires e Paulo Henrique Ganso (Lucas); Robinho, Alexandre Pato (Elano) e Neymar (Fred)
Técnico: Mano Menezes
PARAGUAI: Villar, Verón, Paulo da Silva, Alcaraz e Torres (Marecos); Vera (Barreto), Riveros, Cáceres e Estigarribia; Valdéz e Lucas Barrios (Perez)
Técnico: Gerardo Martino
Perderam para o Brasil chutando para fora Elano, André Santos e Fred. Villar defendeu o de Thiago Silva, Barreto chutou para fora e Estigarribia e Riveros marcaram para o Paraguai.
Curiosamente, Mano Menezes havia treinado escondido cobranças de penalidade no treino de sábado, na cidade de Los Cardales, onde a delegação ainda está concentrada a 60 km de Buenos Aires. Nos treinamentos de brincadeira durante toda a Copa América, no qual jogadores de linha e goleiros apostavam flexões, por exemplo, o aproveitamento estava ruim – o volante Elias, por exemplo, perdeu seis seguidos.
Mano Menezes apostava na Copa América como consolidação do trabalho, que não aconteceu. Seu próximo torneio oficial será os Jogos Olímpicos, com time sub-23, em julho de 2012. No momento parece descartada a possibilidade de ele deixar o comando da seleção.
O Brasil termina atrás da Argentina, que será o quinto colocado depois da eliminação para o Uruguai, também nos pênaltis. A Copa América perde os seus principais protagonistas e seus principais astros.
O jogo
Robinho, criticado na primeira partida contra a Venezuela, e sacado no jogo seguinte contra os paraguaios, esteve bem como nunca nesta Copa América. Jogando mais recuado, próximo de Ganso, mas pela direita, foram dele os melhores passes que deixaram companheiros em boas condições para atacar.
Na principal oportunidade do Brasil, o camisa 7 rolou, já dentro da área, para Neymar, que bateu cruzado, à direita, para fora. A melhor chance em um primeiro tempo que o Paraguai só se preocupou em destruir, com Ganso bem marcado por Vera e pelos atacantes muito mal. Neymar, por exemplo, apanhou bastante, mas não tinha objetividade. No banco de reservas, com seu tradicional terno e gravata, Mano Menezes pedia para André Santos avançar, já que não tinha a quem marcar. Mas desta vez não teve cruzamento certeiro como contra o Equador.
–/19
No segundo tempo a seleção brasileira voltou cochilando, mas depois dos 15 minutos, quando Robinho quase marcou chutando cruzado, o time ganhou velocidade, principalmente pela direita, com Maicon, que esteve sumido na etapa inicial.
Até o zagueiro Lúcio se arriscou jogando pelo setor e conseguiu dar um bom passe para Ganso, que pela primeira vez nesta Copa América conseguiu finalizar a gol corretamente, mas o goleiro Villar fez sua primeira grande defesa. A segunda, logo depois, em um chute de Alexandre Pato, dentro da pequena área, que Villar saltou para cima do atacante para evitar, com os pés, que entrasse.
Robinho tentava chamar a responsabilidade, e se posicionou como verdadeiro armador, enquanto Ganso se aproximou dos atacantes. Mas o Paraguai marcava bem e a seleção começou a tocar bolas laterais, entre os volantes, porque não consegui espaço para furar o bloqueio.
Aos 33 minutos, Mano tirou Neymar, que fez uma partida muito ruim. Ao deixar o campo, saiu vaiado pelos não brasileiros – algumas vaias eram dirigidas a Mano Menezes, por ter tirado o queridinho Neymar de campo. O Brasil passou então a ter um homem referência dentro da área e passou a perder gols. Primeiro Pato, que cabeceou para fora um rebote quando não havia mais goleiro, depois Fred, que acertou seu cabeceio, mas o zagueiro paraguaio tirou a bola em cima da linha. No final, o Paraguai ainda teve duas boas jogadas, quando finalmente Julio Cesar apareceu no vídeo, e tinha um contra-ataque perigoso quando o árbitro Sérgio Pezzotta encerrou a partida e foi vaiado.
O armador... Robinho
A prorrogação seguia sonolenta e o Paraguai marcava bem, apesar de ao final do tempo normal parecer mais cansado do que o time do Brasil. Mano então tirou Ganso e colocou Lucas, quando Robinho passou de vez a jogar como armador.
Aos sete minutos, confusão que gerou as expulsões de Lucas Leiva e Alcaraz, que se estranharam em uma das laterais. Dez para cada lado a partir de então. Lucas dava velocidade ao Brasil, mas o goleiro Villar seguia inspirado e evitando as jogadas de gol, principalmente em bolas lançadas na área. O Paraguai ainda teve uma boa chance, talvez sua melhor do jogo, mas chutou de primeira e para fora – empate que levou a decisão para os pênaltis – com o detalhe de o árbitro ter terminado, de novo, em um contra-ataque paraguaio.
FICHA TÉCNICA - BRASIL 0 (0) X (2) 0 PARAGUAI
Local: Estádio Ciudad de la Plata, em La Plata (Argentina)
Data: 17 de julho de 2011 (domingo)
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Sergio Pezzotta (Argentina)
Assistentes: Ricardo Casas (Argentina) e Efraín Castro (Bolívia)
Cartões amarelos: André Santos, Maicon (Brasil); Vera, Barreto, Estigarribia, Alcaraz (Paraguai)
Cartões vermelhos: Lucas (Brasil); Alcaraz (Paraguai)
Gols:
PÊNALTIS: Erraram Elano, Thiago Silva, André Santos e Fred (Brasil); Marcaram Estigarribia e Riveros. Errou Barreto (Paraguai)
BRASIL: Júlio César; Maicon, Lúcio, Thiago Silva e André Santos; Lucas Leiva, Ramires e Paulo Henrique Ganso (Lucas); Robinho, Alexandre Pato (Elano) e Neymar (Fred)
Técnico: Mano Menezes
PARAGUAI: Villar, Verón, Paulo da Silva, Alcaraz e Torres (Marecos); Vera (Barreto), Riveros, Cáceres e Estigarribia; Valdéz e Lucas Barrios (Perez)
Técnico: Gerardo Martino
26 de junho de 2011
Independente vence nos pênaltis e é campeão paraense inédito
Solta o hino do Independente! Pela primeira vez em 103 anos de campeonato paraense, a taça Açaí vai para um time do interior do Estado. E o campeão da vez foi um time que, ainda neste ano, mudou de sede, de presidência e conseguiu se classificar para a fase elite do Parazão. O Independente fez mais que o 'Expresso 222', empatando o jogo no tempo normal por 3 x 3 e vencendo por 3 a 0 nos pênaltis. Ouça o hino do Galo aqui! Aliás, o adversário do Galo Elétrico, representante de Tucuruí, foi o então bicampeão paraense e segundo maior detentor de títulos estaduais no Brasil, com 44 taças conquistadas. O Paysandu começou o jogo bem, fez 1 a 0, levou a virada para 3 x 1 ainda no primeiro tempo e chegou ao empate aos 44 minutos do segundo tempo. Assim, o Independente entrou no seleto grupo de clubes que já conquistaram o campeonato paraense. Ao todo, somente cinco clubes conseguiram este feito, são eles: Paysandu (44 títulos), Remo (42), Tuna (10), União Sportiva (2) e Independente (1). 1º tempo - O juiz Clauber José Miranda apitou e o Paysandu começou com a bola. Os bicolores, aliás, foram ataque total nos primeiros minutos da partida. Com a estreia do goleiro Osmair no lugar de Dida, que foi barrado da partida por conta de uma suposta conversa com o presidente do Paysandu antes do jogo, o Papão investiu nas jogadas aéreas. Na primeira, com um minuto de jogo, Rafael Oliveira fez o levantamento e nem Mendes, nem Sidny alcançaram. Aos 9 minutos, Andrey recolocou o Paysandu na área, mas Osmair sai do gol para ficar com ela. A pressão bicolor continuava em campo e o gol aconteceu cedo. Aos 12 minutos de jogo, Sidny, que estreava na lateral esquerda, apresentou-se para cobrar uma falta. Mendes também se aproximou, com a bagagem de ter feito o gol que empatou o jogo em Tucuruí também de fallta. Mas o camisa 6 puxou a responsabilidade e mandou uma pancada no canto de Osmair, que nem se mexeu. O Independente acordou na partida e foi para cima para tentar o empate e o Paysandu passou a se defender. No entanto, aos 24 minutos, Vânderson adiantou a marcação e marcou a saída de bola do zagueiro Ádson. Vânderson dominou, ajeitou para a direita e mandou uma pancada no ângulo de Osmair, que voou para espalmar para escanteio. Três minutos depois, o Independente avançou com perigo pela esquerda com Fábio. Gian foi lançado por Marçal dentro da área, encontrou uma brecha na marcação de Alexandre carioca e bateu cruzado para a grande defesa de Fávaro, que espalmou dentro da área. Sidny completou e mandou para fora. Aos 28 minutos, com o Independente superior na partida, Joãozinho recebeu na direita e chutou cruzado. Wegno apareceu por trás da zaga e tentou completar, mas a redonda passou direto para a linha de fundo. Então chegou o gol do Galo. Fábio recebeu na esquerda, segurou a redonda, esperou a chegada de Marçal, que recebeu o toque de calcanhar do lateral esquerdo, ajeitou para a direita e bateu colocado no ângulo de Fávaro. Foi o empate tucuruiense! Na saída de bola, o Papão foi para cima pela esquerda com Sidny. A bola ficou no meio com Vânderson, que avançou, tabelou com Mendes e ficou sozinho na área, mas se atrapalhou com a bola e foi desarmado. No contra ataque, Joãozinho foi lançado na direita e deixou para Wegno, dentro da área, chutar de esquerda para selar a virada do Independente. No minuto seguinte, aos 42, o Paysandu subiu pela direita com Rafael Oliveira, que foi lançado na ponta, ganhou a disputa com o zagueiro e entrou na área com a bola dominada. Rafael chutou forte e Osmair, no meio do gol, encaixou. Já nos acréscimos, aos 46 minutos, o Independente deu o último suspiro no primeiro tempo e se lançou ao ataque. Lima deixou para Marçal, que, dentro da área, só ajeitou para Joãozinho mandar no canto de Fávaro e fazer o terceiro do Galo. 2º tempo - Com a virada no placar, o Paysandu voltou para a segunda etapa com duas mudanças, sendo a entrada de Sandro no lugar de Alexandre Carioca e a saída de Álisson para a entrada de Héliton. Aliás, este mesmo Héliton, em seu primeiro lance no jogo, com um minuto de jogo, já mandou a bola para o gol, mas o juiz marcou o impedimento e anulou o lance. Com seis minutos, Joãozinho teve a chance de fazer o quarto do Independente, ao receber o passe sozinho dentro da área e mandar a bola por cima do ângulo esquerdo de Alexandre Fávaro. Sem aproveitar a chance, quem chegou ao gol foi o Paysandu, com o mesmo Héliton, aproveitando o rebote de Osmair na cobrança de falta de Mendes. O placar ficou 3 x 2 e a torcida bicolor voltou a fazer barulho no Mangueirão. O Paysandu cresceu no jogo e quase chegou ao empate logo aos 11 minutos, com outro cruzamento na área, em que Mendes se esticou todo e quase conseguiu desviar a redonda para o fundo do barbante. Aos 17 minutos, o Paysandu subiu articulado pela direita e Andrey deixou para Sandro dentro da área. O camisa 14 recebeu e passou para Mendes, que girou e chutou de direita no travessão de Osmair, que só acompanhou a saída da bola e agradeceu colocando a mão no rosto. Dez minutos depois, o Independente voltou a assustar com Wegno, que apareceu na área para cabecear o cruzamento de Gian e mandar a bola no travessão de Fávaro! O Paysandu voltou a crescer na partida e chegou a assustar mais uma vez com um chute de fora da área. Desta vez, Herberth dominou e mandou a pancada, mas a bola foi direto para fora. O Independente, por outro lado, respondeu com a velocidade de Joãozinho, que foi lançado em contra ataque, ganhou do zagueiro e ficou cara a cara com Fávaro, que saiu do gol para fazer mais um milagre no Mangueirão. O relógio já estava se aproximando dos 45 minutos, quando a dupla bicampeã brasileira da Série B, campeã da Copa dos Campeões e titulares na vitória sobre o Boca Júniors, em La Bomboneira, na Argentina, Sandro e Vânderson, avançaram pela direita e tabelaram na entrada da área do Independente. No final, Sandro, aos 44 minutos do segundo tempo, mandou a redonda no canto de Osmair para empatar o jogo e mandar a decisão para os pênaltis. Pênaltis - Já nas cobranças, a torcida do Independente ainda lamentava a ausência de Gian nas cobranças por conta de substituição quando Fábio Gaúcho, que anunciou após o jogo o acerto com o Paysandu para a Serie C, foi para a bola e fez o primeiro do Galo. Sidny, autor do primeiro gol do jogo, de falta, foi para a bola para o Paysandu e mandou por cima do ângulo direito de Osmair. Na sequência, o lateral direito Lima fez o segundo do Galo e o artilheiro alviceleste Rafael Oliveira foi para a bola com a missão de diminuir, mas também mandou para fora. O zagueiro Ádson pegou a redonda e seguiu para a terceira cobrança do Independente. Foi o terceiro gol do Independente! Então chegou a vez de Mendes, que cobrou a falta que originou o segundo gol bicolor, foi para a cobrança e... foi a terceira cobrança para fora do Papão. Fim do jogo e o Independente sagrou-se o primeiro time do interior campeão paraense. Ficha do jogo (Paysandu 3 x 3 Independente) Local: Mangueirão (Belém) Horário: 16h Árbitro: Cláuber José Miranda Assistentes: Lúcio Ipojucan Ribeiro e José Ricardo Guimarães Quartos-árbitros: Joelson Nazareno Ferreira Cardoso e Joelson Silva dos Santos Público: 24.092 (total) - 21.785 (pagantes) e 2.307 (gratuidades) Renda: R$ 299.685,00 |
22 de junho de 2011
Neymar brilha, Santos leva tri da Libertadores e revive era Pelé
Neymar brilha, Santos leva tri da Libertadores e revive era Pelé
"Artilheiros" marcaram os gols que garantiram o terceiro título do time na competição continental
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Foto: AFP Ampliar
Após jogada de Arouca, Neymar acertou um chute forte e abriu o placar da final da Libertadores
Baixe pôster do Santos campeão da Copa Libertadores
Neymar abriu o placar logo no primeiro minuto do primeiro tempo. Após boa jogada de Arouca, o camisa 11 recebeu a bola do lado esquerdo na área e chutou rasteiro, de primeira, para fazer seu sexto gol na Libertadores, garantindo a posição de artilheiro do time na competição.
Já Danilo, que atuou em todos os jogos do Santos na Libertadores, marcou o segundo gol aos 23 minutos. Foi o quarto gol do volante-lateral, que assumiu a vice-artilharia da equipe na competição continental. Durval ainda marcou um gol contra aos 34 minutos, mas a o time da Vila Belmiro conseguiu segurar o resultado.












A expectativa antes do jogo era grande para que Neymar se destacasse - Foto: AE
1/11
Após o título conquistado da Copa Libertadores da América, o Santos garantiu o duelo contra o Barcelona, da Espanha, em dezembro, no Japão, válido pelo Mundial de Clubes da Fifa. Antes disso, a equipe santista continuará disputando o Campeonato Brasileiro no segundo semestre deste ano. Na próxima quarta-feira, os santistas enfrentam o Figueirense em Florianópolis.
O Santos chegou ao quarto título em apenas um ano e meio. No primeiro semestre do ano passado, a equipe de Neymar e companhia conquistou o Campeonato Paulista e a Copa do Brasil. Nesta temporada, antes da Libertadores, os santistas já haviam garantido o bicampeonato paulista.
Foto: Milton Trajano
Com a chegada de Muricy, o Santos se fortaleceu e foi campeão da Libertadores de 2011
Embalado pela torcida no início da partida, o Santos arriscou o primeiro ataque com um minuto de jogo. Após boa triangulação entre Ganso, Neymar e Arouca, a bola sobrou para Zé Eduardo dividir com o goleiro, que jogou para escanteio. Dois minutos depois, Elano cobrou falta dentro da área para Durval, que cabeceou no canto direito do goleiro uruguaio, mas a bola passou perto da trave.
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Na metade do primeiro tempo, o Santos começou a tocar mais a bola e invertia as jogadas para fugir da “retranca” do Peñarol. Aos 32 minutos, Ganso lançou Neymar, que sofreu a falta na entrada da grande área. Na cobrança, Elano encobriu a barreira, mas esbarrou na excelente defesa do goleiro uruguaio.
Aos 36 minutos, Neymar fez falta dura em seu marcador, González, e o uruguaio teve que ser substituído. A torcida santista começou a demonstrar impaciência com o time e com a “catimba” dos uruguaios. Arouca e Danilo foram vaiados. No último minuto do primeiro tempo, após cobrança de escanteio de Elano, o zagueiro Durval cabeceou da entrada da pequena área nas mãos de Sosa.
Após não fazer uma grande atuação na primeira etapa, o Santos abriu o placar logo no primeiro minuto do segundo tempo. Arouca fez uma linda jogada individual, tabelou com Ganso, e após receber passe de letra, tocou para Neymar, que chutou rasteiro no canto direito do goleiro para fazer o gol.
O Santos melhorou depois de abrir o marcador e passou a dominar o Peñarol. Aos 23 minutos, Danilo recebeu a bola na área, driblou o marcador e chutou forte para fazer o segundo gol. Após ampliar o marcador, a equipe santista começou a administrar o resultado, mas sofreu um gol no final da partida. Aos 38 minutos, Durval marcou gol contra após cruzamento na área.
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Foto: Futura Press
Danilo fez o gol que foi fundamental para a vitória santista
Estádio: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data/hora: 22/6/2011 - 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Sergio Pezzotta (Fifa-ARG)
Auxiliares: Ricardo Casas (ARG) e Hernán Maidana (ARG)
Público: 37984 pagantes
Renda: R$ 4.266.670,00
Cartões amarelos: Neymar, Zé Eduardo (SAN) González, Corujo (PEL)
Gols:
Santos: Neymar, no 1º minuto do 2º tempo e Danilo, aos 23 minutos do 2º tempo
Peñarol: Durval (contra), aos 34 minutos do 2º tempo SANTOS: Rafael, Danilo, Edu Dracena, Durval e Léo (Alex Sandro); Adriano, Arouca, Elano e Paulo Henrique Ganso (Pará); Neymar e Zé Eduardo. Técnico: Muricy Ramalho.
PEÑAROL (URU): Sebastián Sosa, Alejandro González (Emiliano Albin) (Estoyanoff), Carlos Valdez, Guillermo Rodríguez e Darío Rodríguez; Nicolás Freitas, Luis Aguiar, Mathías Corujo, Matías Mier (Urretaviscaya) e Alejandro Martinuccio; Juan Manoel Olivera. Técnico: Diego Aguirre.
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